21 abril 2011

À Catanada com Pepinos... LITERALMENTE!!!


Estes foram brincar às Catanas com Pepinos...

Podia-lhes dar para pior.

31 março 2011

Salada de Salmão e Espargos

Os espargos verdes devem ser consumidos o mais rapidamente possível. O ideal seria cozinhá-los a vapor, preservando assim as vitaminas e os seus nutrientes. Existem umas panelas próprias para os cozer, umas panelas altas e finas, com um cesto, em que os espargos são cozinhados na vertical. A base assim fica mais cozida que as pontas, que são bastante mais tenras. Também se podem escaldar em água quente, ou, como é óbvio, grelhar. Mas a lei é sempre a mesma: pouco tempo!!! Como as pastas, convém ser servido "al dente"!!
Para 4 pessoas; Prep: 20 a 30 minutos; Cook: 10 minutos


Ingredientes: 4 filetes de salmão; 150 gr de rúcula; 2 embalagens de espargos verdes (aprox. 20); 1/2 ramo de manjericão; 5 colheres de sopa de azeite; 2 colheres de sopa de vinagre balsâmico; sal e pimenta.

Preparação: cozer os filetes de salmão a vapor durante 5 a 6 minutos. Reserve-os num prato, com sal e pimenta, e deixe-os arrefecer. Lave e escorra os espargos. Corte a parte da base se for dura. disponha-os num prato e regue com 2 colheres de sopa de azeite. Numa frigideira quente, saltear durante 4 a 5 minutos. Misture o vinagre com o resto do azeite e acrescente duas pitadas de sal e alguma pimenta. Lave a rúcula e o manjericão e divida já pelos pratos de servir. Disponha os espargos ainda mornos por cima da rúcula e acrescente os filetes de salmão inteiros ou cortados em pedaços. Regue com a "vinaigrette". 

in "Zeste, Cuisinons Simple et Bon", n.º1, Março, Abril e Maio 2011

24 fevereiro 2011

Camarão e Beringela a vapor com sabores Asiáticos

As Beringelas podem ser cozidas a vapor, simplesmente cozidas, assadas, grelhadas, fritas e até batidas. Esta só é mais uma maneira de as comer: "à la" Asiática ;)
Eu uso para cozer a vapor um cesto em bambu que comprei numa loja que existe em todos os centros comerciais, começa por C e acaba em A, e tem duas letras entre estas, que por acaso são o A e o S... Mas no fundo, qualquer método de cozedura a vapor funciona bem, desde que o alimento não entre em contacto com a água.
Para 4 pessoas normais, ou para 2 que adorem marisco e afins :p

Ingredientes: 1 dente de alho, descascado; sal; 600 gr de camarão, com casca e com as caudas; 2 colheres de sopa de óleo de sésamo; 1 beringela grande (ok, enorme) ou 5 pequenas mas longas; 2 dentes de alho, picados; gengibre, uns 2 cm de raiz, picados; 1 cebolinho, cortado em rodelas finas; 1 colher de chá de sementes de sésamo tostadas; 1 colher de sopa de vinagre de arroz misturado com 1 colher de chá de molho de soja.

Preparação: Esmagar o dente de alho com o sal até criar uma pasta e combinar numa tigela com os camarões e uma colher de óleo de sésamo. Deixar marinar 30 minutos.
Cortar a beringela em 8 partes, longitudinalmente, e depois cada fatia em tiras de 1 cm de largura. Colocar no cesto de bambu, tapar. Deixar em cima de água a ferver pelo menos 15 minutos. Entretanto, combinar o alho, o gengibre, a mistura de vinagre de arroz com molho de soja, a restante colher de sopa de óleo de sésamo e metade das fatias do cebolinho. Acrescentar as fatias de beringela já cozidas e quentes, e deixar 10 minutos em repouso, para os sabores se espalharem e misturarem.
Colocar os camarões no cesto de bambu e cozer a vapor durante 5 minutos. Acrescentar à beringela e misturar.
Colocar numa travessa e decorar com o restante cebolinho e as sementes de sésamo. Servir com arroz branco, cozido a vapor.

Foto: Cuisine, Março 2011

21 fevereiro 2011

"The Architect, the Cook and Good Taste"

Desde sempre, a cozinha e a arquitectura foram na humanidade, das profissões mais básicas e essenciais. Ambas estão enraizadas na necessidade humana, mas também possuem uma cultura tanto estética como de dimensão sensorial. E embora seja verdade que cozinhar é uma arte transitória, que dá expressão aos períodos da história cultural do homem, a arquitectura também o faz. Além disso, estas duas artes são-no devido ao papel central dos materiais que se usam. Envolvem medições e dosagem, cortes, projectar, montar e compor.

Ou sejam, completam-se de uma forma muito peculiar. 

link para download do pdf:
The Architect, the Cook and Good Taste

Nota: Não alojo nenhum destes pdf's, apenas partilho os links que descubro na net!! ;) 

09 fevereiro 2011

Alho Negro: processo de fermentação II

Voltamos ao Alho Negro, depois do pedido de informações deixado pela Michele no post Alho Negro.
Uma coisa é certa, há muita mais informação agora, do que há um ano atrás. Mas temos de nos lembrar de uma coisa: o processo é secreto. Está fechado a sete chaves e quem o conhece, não o dá sem mais nem menos. Mas pesquisando um pouco, consegui obter mais algumas informações...

Material:
Cabeças de alho, pote de vidro com tampa, forno, termómetro

Processo:
Regule o forno a 60-70º C.
É importante que o forno seja dedicado exclusivamente a este projecto por um período de 40 dias. Certifique-se que o forno pode ser definido para um ambiente de 70º C ou, por exemplo, arranjar um cobertor térmico que tenha esta temperatura e envolver o pote com ele. Se tentou comercialmente, o forno ideal é uma incubadora de laboratório.
Coloque as cabeças de alho inteiros dentro do pote de vidro limpo e coloque a tampa de vidro no topo. A humidade deve permanecer elevada durante o período de 40 dias. Isto é conseguido enchendo todo o recipiente com alho e mantendo-o coberto durante o período da fermentação. Não empilhar o alho por cima um do outro. Simplesmente espalhe-as com espaço suficiente para a passagem do ar entre cada bolbo dentro do recipiente de vidro. Tente evitar loiça de barro ou potes de plástico, pois podem transmitir sabores desagradáveis e substâncias químicas para o alho. Daí a escolha do pote de vidro.
Use o termómetro de forno para verificar a temperatura que deverá estar entre 60 e 70º C.
Coloque o recipiente de vidro no forno e deixe o alho fermentar durante 40 dias.
Resistir ao facto de ir abrir o forno e verificar como ele está, pois isso influencia na fermentação.
40 dias depois é experimentar!!

Aqui deixo também um testemunho interessante de Antonio Sergio Rossi
in http://blogs.estadao.com.br/quitanda-do-agricola/de-consultor-a-produtor-de-alho-negro

"Até chegar ao alho negro produzido hoje, numa agro-indústria instalada aqui mesmo em São Paulo, mais de 200 quilos de alho foram perdidos, em mais de um ano de testes. Começou com uma estufa improvisada, com capacidade para 5 quilos de alho. Hoje, são quatro máquinas semi-automatizadas que processam, a cada ciclo de 40 dias, 300 quilos de alho. Na primeira etapa da produção, o alho branco, inteiro, fica na “estufa” por até 400 horas. É nessa fase que o bulbo libera a substância que confere o sabor ardido. Depois é feita a secagem. São mais 15 a 20 dias. Por último, o alho é submetido a uma “pasteurização”, sob temperatura de 280 graus. Até ficar pronto para consumo são pelo menos 40 dias."

Boas experiências ;)

02 fevereiro 2011

Bacalhau Gratinado "à Portuguesa"

Fiz esta receita de Bacalhau à umas largas semanas mas nunca a publiquei porque além de não gostar do sabor de bacalhau (raramente como) acho que não tem muito a ver com o meu tipo de cozinha... Mas como a inspiração não tem sido muita, à que ir ao fundo do baú ;)
Estranhamente, desde o século 16 que andam pelas costas da Terra-Nova bacalhoeiros Portugueses, Franceses e Espanhóis, mas os únicos que ficaram fiéis a este peixe, comendo-o regularmente fomos nós, Portugueses. Fiéis ao gosto, salgado e seco ao sol. é definitivamente considerado um prato nacional!
Esta receita, retirei-a originalmente de um livro francês, virado apenas para culinária ao ar livre, comida para ser preparada no meio do campo. Esta foi a minha transformação para bacalhau "indoor" :)
Para 4 amantes de bacalhau (ou seja, para 833 clones meus, e provavelmente sobrava...)

Ingredientes: 250 gr de bacalhau salgado e seco; 3 cebolas picadas; 2 dentes de alho; 650 gr de batatas; 1 colher de sopa de tomilho; 1 Pimento verde ou vermelho em tiras; 12 ou mais azeitonas pretas; pimenta; 60 ml de azeite.

Preparação: Mergulhar os pedaços de bacalhau em água fria 12 horas antes, e mudar esta água 2 ou 3 vezes. Ter em atenção que se deixarmos mais tempo, ou mudarmos bastantes vezes a água, isto vai fazer com que o bacalhau fique menos salgado, e estamos a contar apenas com este sal, para temperar o prato.
Numa panela, fazer uma cama com a cebola e o alho picados. Pousar o bacalhau dividido em lascas e retirando (se possível) todas as espinhas, depois fazer outra cama com as batatas cortadas em rodelas não muito finas. Acrescentar uma forte pitada de tomilho, as tiras de pimento e algumas azeitonas pretas. temperar com a pimenta (e sal se deixou muito tempo o bacalhau a demolhar) e regar com o azeite.
Cozer coberto em fogo suave 45 minutos até 1 hora, aproximadamente, ou até reparar que as batatas já estão cozidas.

14 janeiro 2011

Receitas Saudáveis de Sobremesas - Foodnetwork.com

O site Foodnetwork sugere-nos sobremesas saudáveis, para repetir e voltar a repetir, repetir...

Aqui fica o link e algumas imagens para abrir o apetite. Enjoy ;)
  
Low-Fat Cheesecake
 No Bake Chewey Truffle Cookies


 Cheesecake Brownies



Berry Easy Dessert


Healthy Dessert Recipes at Foodnetwork.com

04 janeiro 2011

Cupcake de Framboesa e Beterraba

Sim, Beterraba! É doce e além de não dar nenhum sabor particular ao cupcake, dá-lhe cor e uma consistência madura, tenra e fofa.
Preparação: 30 minutos; Cozedura: 30 minutos

Para 6 Cupcakes

Ingredientes: 110 gr de farinha; 1 colher de café de fermento químico; 70 gr de açúcar; 3 colheres de sopa de natas espessas; 3 cl de azeite; 1 ovo; 50 gr de beterraba crua; 50 gr de framboesas. Para o topping: 50 gr de chocolate branco; 30 gr de framboesas

Preparação: Pré-aquecer o forno a 200 ºC. Misturar a farinha, o fermento e o açúcar. Noutro recipiente, misturar as natas, o azeite e o ovo. Acrescente a beterraba ralada e as framboesas cortadas em dois. Incorporar suavemente a primeira mistura sem muito trabalho.
Encha com esta mistura dois terços de cada forma. Eu uso tabuleiros de muffins, mas coloco em cada buraco do tabuleiro uma forma de papel. Meter no forno durante 16 a 18 minutos (a crosta deve ficar com uma cor forte) ou use um palito que deverá ficar seco depois de espetado na massa. retire e deixe arrefecer.
Derreter o chocolate branco em banho-maria ou no micro ondas (duas vezes trinta segundos, mexendo bem a meio). Decore os cupcakes com o chocolate e por fim com as framboesas. Deixar arrefecer e endurecer.

Receita e fotografia retiradas do livro "Cupcakes, Recettes Gourmandes", Ed. ESI 2010

Cupcakes - O que são?


Um cupcake é um bolo pequeno para uma pessoa, muitas vezes cozido numa forma pequena de papel, ou num copo de alumínio ou silicone.


A primeira menção a um cupcake vem de 1796, numa notação de uma receita de "um bolo para ser cozido em copos pequenos" e foi escrita em "American Cookery" por Amélia Simms. A primeira documentação do termo cupcake foi em "Seventy-five Receipts for Pastry, Cakes, and Sweetmeats" de 1828 no livro de receitas de Eliza Leslie.



No início do século 19, houve dois usos diferentes para o termo cupcake. Nos séculos anteriores, antes das formas de muffins estarem amplamente divulgadas, os bolos eram assados, muitas vezes em copos individuais de barro, ou ramequins, e portanto, o nome foi retirado dos copos em que eram cozidos. Este é o nome que tem persistido, e o nome de cupcake é agora dado a qualquer bolo pequeno, aproximadamente do tamanho de uma chávena de chá. O outro uso dado ao termo cupcake, era para definir os bolos em que os ingredientes eram contabilizados através do número de "cups" (chávenas). Só depois, é que a medida de um "cup", foi estandardizada.

Traduzido de http://en.wikipedia.org/wiki/Cupcake
Fotos de www.decoracaoblog.com.br, http://www.babble.com e http://www.flickr.com/photos/s4xton/2204532760/

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