02 junho 2011

"Pavlova" Quente (com compota de frutos silvestres)


Para 6 doses (aproximadamente)

Ingredientes: 3 claras de ovo; 320 gr de açúcar de padeiro; 125 ml de água a ferver; 300 ml de natas (às quais se adiciona um pouco de gelatina ou agar-agar);
Para a compota de frutos silvestres: 125 ml de sumo de amora ou outro fruto silvestre; 1 colher de sopa de sumo de limão; 55 gr de sacarose; 1 colher de sopa de farinha de milho; 1 colher de sopa de água; 500 gr de frutos silvestres variados, congelados.

Preparação: colocar a grelha do forno o mais baixo possível. Pré-aquecer o forno a uma temperatura moderada. Bater as claras com o açúcar de padeiro, e a água fervida durante 8 minutos (com uma misturadora eléctrica). Se for à mão, bater até formar pequenos picos quando se retira a colher.
Com um colher grande virar seis porções iguais deste preparado numa bandeja de ir ao forno, previamente forrada com papel siliconizado. Com o forno a uma temperatura média, deixar a bandeja 25 minutos, até as pavlovas terem criado uma capa dura.
Entretanto preparar a compota de frutos silvestres: Combinar o sumo de frutos silvestres, o sumo de limão e a sacarose numa panela. mexer até quase que entre em ebulição, até a sacarose ter derretido completamente. Num frasco, deitar a água e a farinha, tapar e agitar vigorosamente. Adicionar esta mistura à panela, mexer sempre até ferver e engrossar. Desligar e adicionar os frutos silvestres.
Servir as pavlovas a sair do forno, ainda quentes, decorando com a compota aquecida e as natas.
Nota: se não se servirem imediatamente, as pavlovas abatem.

25 abril 2011

13 razões para casar com um pepino (ou pelo menos gostar deles...)


Nunca gostou de pepinos? Depois de ler esta lista tente continuar com a mesma impressão...


1. PEPINOS contém a maioria das vitaminas que tu precisas diariamente. Só um pepino contém Vitaminas B1, B2, B3, B5, B6, C, Ácido Fólico, Cálcio, Ferro, Magnésio, Fósforo, Potássio e Zinco.

2. Sentes-te cansado à tarde, dispensa a cafeína e come um Pepino. Os Pepinos são ótimas fontes de Vitaminas B e Carbonatos que fornecem aquela '' animação'' que dura por horas.

3. Cansado de ver o espelho da casa de banho embaciado depois do banho? Tenta esfregar uma rodela de pepino no espelho, isto eliminará a neblina e produzirá uma tenra fragrância como no SPA.

4. As lesmas e caramujos arruínam as tuas plantas? Coloca algumas rodelas de pepino num pequeno prato ou forma de lata (não de ferro nem de alumínio ), na tua horta ou jardim, e as pestes ficarão longe toda a temporada. As químicas no pepino reagem com o
alumínio para dar um cheiro não detectado por humanos mas que deixam as pestes loucas e as fazem fugir da área.

5. Procuras uma rápida e fácil forma de remover celulite antes de ir à piscina ou praia? Tenta esfregar uma rodela ou duas de pepino nas áreas afetadas por alguns minutos, os fito químicos no pepino forçam o colágenio de tua pele a encolher, firmando a camada de fora e reduzindo a visibilidade da celulite. Funciona otimamente para as rugas também!

6. Desejas evitar uma ressaca ou dor de cabeça? Come algumas fatias de pepino antes de dormir e acordarás sem dor e sem ressaca. Os Pepinos contêm bastante açúcar, Vitaminas B e eletrólitos para repor os nutrientes essenciais que o corpo perde, mantendo tudo em equilíbrio, evitando ambos a ressaca e a dor de cabeça!

7. Queres evitar aquela fome à tarde ou à noitinha com alguma coisa? Pepinos têm sido usados por centenas de anos e usados por caçadores Europeus, exploradores e comerciantes como uma rápida refeição para evitar a fome.

 8. Tens uma importante entrevista de emprego e reparas que não tens tempo para engraxar os sapatos? Simplesmente esfrega uma fatia fresca de pepino sobre o sapato, os químicos proverão rápida e durável brilho que não somente fica óptimo como também repele água.

9. Não tens em casa o WD-40 para consertar aquele barulhinho enjoado de uma porta a ranger? Pega numa fatia de pepino e esfrega no sítio problemático... e o rangido foi-se!

10. Cansado, stressado e sem tempo para uma massagem, facial ou visita ao SPA? Corta  um pepino inteiro e coloca numa panela de água a ferver, os químicos e nutrientes do pepino reagem com a água a 100º e soltam-se no vapor, criando um relaxante cheirinho que tem sido mostrado que reduz o stress em novas mamãs e estudantes durante exames finais.

11. Acabaste de almoçar e vês que não tens chiclete ou rebuçados de hortelã? Pega numa fatia de pepino e espreme no céu da boca com a língua por 30 segundos para eliminar o sabor da comida, os fito químicos matarão as bactérias responsáveis por causar mau hálito.

12. Procuras algo ''verde'' para limpar as torneiras, pias ou aço inoxidável? Esfrega uma fatia de pepino na superfície que desejas limpar, isto não só remove anos de zimbro mas  traz de volta o brilho, mas também não deixa marcas e não mancham nem prejudicam as 
tuas unhas e mãos enquanto limpas.

13. Usas a caneta e cometes um erro? Toma a casca do pepino (o lado de fora) e devagar usa-a para apagar o erro. Também funciona muito bem nos lápis que as crianças deixam nas paredes!!!

foto: cemanosdeitabuna.ning.com

21 abril 2011

À Catanada com Pepinos... LITERALMENTE!!!


Estes foram brincar às Catanas com Pepinos...

Podia-lhes dar para pior.

31 março 2011

Salada de Salmão e Espargos

Os espargos verdes devem ser consumidos o mais rapidamente possível. O ideal seria cozinhá-los a vapor, preservando assim as vitaminas e os seus nutrientes. Existem umas panelas próprias para os cozer, umas panelas altas e finas, com um cesto, em que os espargos são cozinhados na vertical. A base assim fica mais cozida que as pontas, que são bastante mais tenras. Também se podem escaldar em água quente, ou, como é óbvio, grelhar. Mas a lei é sempre a mesma: pouco tempo!!! Como as pastas, convém ser servido "al dente"!!
Para 4 pessoas; Prep: 20 a 30 minutos; Cook: 10 minutos


Ingredientes: 4 filetes de salmão; 150 gr de rúcula; 2 embalagens de espargos verdes (aprox. 20); 1/2 ramo de manjericão; 5 colheres de sopa de azeite; 2 colheres de sopa de vinagre balsâmico; sal e pimenta.

Preparação: cozer os filetes de salmão a vapor durante 5 a 6 minutos. Reserve-os num prato, com sal e pimenta, e deixe-os arrefecer. Lave e escorra os espargos. Corte a parte da base se for dura. disponha-os num prato e regue com 2 colheres de sopa de azeite. Numa frigideira quente, saltear durante 4 a 5 minutos. Misture o vinagre com o resto do azeite e acrescente duas pitadas de sal e alguma pimenta. Lave a rúcula e o manjericão e divida já pelos pratos de servir. Disponha os espargos ainda mornos por cima da rúcula e acrescente os filetes de salmão inteiros ou cortados em pedaços. Regue com a "vinaigrette". 

in "Zeste, Cuisinons Simple et Bon", n.º1, Março, Abril e Maio 2011

24 fevereiro 2011

Camarão e Beringela a vapor com sabores Asiáticos

As Beringelas podem ser cozidas a vapor, simplesmente cozidas, assadas, grelhadas, fritas e até batidas. Esta só é mais uma maneira de as comer: "à la" Asiática ;)
Eu uso para cozer a vapor um cesto em bambu que comprei numa loja que existe em todos os centros comerciais, começa por C e acaba em A, e tem duas letras entre estas, que por acaso são o A e o S... Mas no fundo, qualquer método de cozedura a vapor funciona bem, desde que o alimento não entre em contacto com a água.
Para 4 pessoas normais, ou para 2 que adorem marisco e afins :p

Ingredientes: 1 dente de alho, descascado; sal; 600 gr de camarão, com casca e com as caudas; 2 colheres de sopa de óleo de sésamo; 1 beringela grande (ok, enorme) ou 5 pequenas mas longas; 2 dentes de alho, picados; gengibre, uns 2 cm de raiz, picados; 1 cebolinho, cortado em rodelas finas; 1 colher de chá de sementes de sésamo tostadas; 1 colher de sopa de vinagre de arroz misturado com 1 colher de chá de molho de soja.

Preparação: Esmagar o dente de alho com o sal até criar uma pasta e combinar numa tigela com os camarões e uma colher de óleo de sésamo. Deixar marinar 30 minutos.
Cortar a beringela em 8 partes, longitudinalmente, e depois cada fatia em tiras de 1 cm de largura. Colocar no cesto de bambu, tapar. Deixar em cima de água a ferver pelo menos 15 minutos. Entretanto, combinar o alho, o gengibre, a mistura de vinagre de arroz com molho de soja, a restante colher de sopa de óleo de sésamo e metade das fatias do cebolinho. Acrescentar as fatias de beringela já cozidas e quentes, e deixar 10 minutos em repouso, para os sabores se espalharem e misturarem.
Colocar os camarões no cesto de bambu e cozer a vapor durante 5 minutos. Acrescentar à beringela e misturar.
Colocar numa travessa e decorar com o restante cebolinho e as sementes de sésamo. Servir com arroz branco, cozido a vapor.

Foto: Cuisine, Março 2011

21 fevereiro 2011

"The Architect, the Cook and Good Taste"

Desde sempre, a cozinha e a arquitectura foram na humanidade, das profissões mais básicas e essenciais. Ambas estão enraizadas na necessidade humana, mas também possuem uma cultura tanto estética como de dimensão sensorial. E embora seja verdade que cozinhar é uma arte transitória, que dá expressão aos períodos da história cultural do homem, a arquitectura também o faz. Além disso, estas duas artes são-no devido ao papel central dos materiais que se usam. Envolvem medições e dosagem, cortes, projectar, montar e compor.

Ou sejam, completam-se de uma forma muito peculiar. 

link para download do pdf:
The Architect, the Cook and Good Taste

Nota: Não alojo nenhum destes pdf's, apenas partilho os links que descubro na net!! ;) 

09 fevereiro 2011

Alho Negro: processo de fermentação II

Voltamos ao Alho Negro, depois do pedido de informações deixado pela Michele no post Alho Negro.
Uma coisa é certa, há muita mais informação agora, do que há um ano atrás. Mas temos de nos lembrar de uma coisa: o processo é secreto. Está fechado a sete chaves e quem o conhece, não o dá sem mais nem menos. Mas pesquisando um pouco, consegui obter mais algumas informações...

Material:
Cabeças de alho, pote de vidro com tampa, forno, termómetro

Processo:
Regule o forno a 60-70º C.
É importante que o forno seja dedicado exclusivamente a este projecto por um período de 40 dias. Certifique-se que o forno pode ser definido para um ambiente de 70º C ou, por exemplo, arranjar um cobertor térmico que tenha esta temperatura e envolver o pote com ele. Se tentou comercialmente, o forno ideal é uma incubadora de laboratório.
Coloque as cabeças de alho inteiros dentro do pote de vidro limpo e coloque a tampa de vidro no topo. A humidade deve permanecer elevada durante o período de 40 dias. Isto é conseguido enchendo todo o recipiente com alho e mantendo-o coberto durante o período da fermentação. Não empilhar o alho por cima um do outro. Simplesmente espalhe-as com espaço suficiente para a passagem do ar entre cada bolbo dentro do recipiente de vidro. Tente evitar loiça de barro ou potes de plástico, pois podem transmitir sabores desagradáveis e substâncias químicas para o alho. Daí a escolha do pote de vidro.
Use o termómetro de forno para verificar a temperatura que deverá estar entre 60 e 70º C.
Coloque o recipiente de vidro no forno e deixe o alho fermentar durante 40 dias.
Resistir ao facto de ir abrir o forno e verificar como ele está, pois isso influencia na fermentação.
40 dias depois é experimentar!!

Aqui deixo também um testemunho interessante de Antonio Sergio Rossi
in http://blogs.estadao.com.br/quitanda-do-agricola/de-consultor-a-produtor-de-alho-negro

"Até chegar ao alho negro produzido hoje, numa agro-indústria instalada aqui mesmo em São Paulo, mais de 200 quilos de alho foram perdidos, em mais de um ano de testes. Começou com uma estufa improvisada, com capacidade para 5 quilos de alho. Hoje, são quatro máquinas semi-automatizadas que processam, a cada ciclo de 40 dias, 300 quilos de alho. Na primeira etapa da produção, o alho branco, inteiro, fica na “estufa” por até 400 horas. É nessa fase que o bulbo libera a substância que confere o sabor ardido. Depois é feita a secagem. São mais 15 a 20 dias. Por último, o alho é submetido a uma “pasteurização”, sob temperatura de 280 graus. Até ficar pronto para consumo são pelo menos 40 dias."

Boas experiências ;)

02 fevereiro 2011

Bacalhau Gratinado "à Portuguesa"

Fiz esta receita de Bacalhau à umas largas semanas mas nunca a publiquei porque além de não gostar do sabor de bacalhau (raramente como) acho que não tem muito a ver com o meu tipo de cozinha... Mas como a inspiração não tem sido muita, à que ir ao fundo do baú ;)
Estranhamente, desde o século 16 que andam pelas costas da Terra-Nova bacalhoeiros Portugueses, Franceses e Espanhóis, mas os únicos que ficaram fiéis a este peixe, comendo-o regularmente fomos nós, Portugueses. Fiéis ao gosto, salgado e seco ao sol. é definitivamente considerado um prato nacional!
Esta receita, retirei-a originalmente de um livro francês, virado apenas para culinária ao ar livre, comida para ser preparada no meio do campo. Esta foi a minha transformação para bacalhau "indoor" :)
Para 4 amantes de bacalhau (ou seja, para 833 clones meus, e provavelmente sobrava...)

Ingredientes: 250 gr de bacalhau salgado e seco; 3 cebolas picadas; 2 dentes de alho; 650 gr de batatas; 1 colher de sopa de tomilho; 1 Pimento verde ou vermelho em tiras; 12 ou mais azeitonas pretas; pimenta; 60 ml de azeite.

Preparação: Mergulhar os pedaços de bacalhau em água fria 12 horas antes, e mudar esta água 2 ou 3 vezes. Ter em atenção que se deixarmos mais tempo, ou mudarmos bastantes vezes a água, isto vai fazer com que o bacalhau fique menos salgado, e estamos a contar apenas com este sal, para temperar o prato.
Numa panela, fazer uma cama com a cebola e o alho picados. Pousar o bacalhau dividido em lascas e retirando (se possível) todas as espinhas, depois fazer outra cama com as batatas cortadas em rodelas não muito finas. Acrescentar uma forte pitada de tomilho, as tiras de pimento e algumas azeitonas pretas. temperar com a pimenta (e sal se deixou muito tempo o bacalhau a demolhar) e regar com o azeite.
Cozer coberto em fogo suave 45 minutos até 1 hora, aproximadamente, ou até reparar que as batatas já estão cozidas.

14 janeiro 2011

Receitas Saudáveis de Sobremesas - Foodnetwork.com

O site Foodnetwork sugere-nos sobremesas saudáveis, para repetir e voltar a repetir, repetir...

Aqui fica o link e algumas imagens para abrir o apetite. Enjoy ;)
  
Low-Fat Cheesecake
 No Bake Chewey Truffle Cookies


 Cheesecake Brownies



Berry Easy Dessert


Healthy Dessert Recipes at Foodnetwork.com

04 janeiro 2011

Cupcake de Framboesa e Beterraba

Sim, Beterraba! É doce e além de não dar nenhum sabor particular ao cupcake, dá-lhe cor e uma consistência madura, tenra e fofa.
Preparação: 30 minutos; Cozedura: 30 minutos

Para 6 Cupcakes

Ingredientes: 110 gr de farinha; 1 colher de café de fermento químico; 70 gr de açúcar; 3 colheres de sopa de natas espessas; 3 cl de azeite; 1 ovo; 50 gr de beterraba crua; 50 gr de framboesas. Para o topping: 50 gr de chocolate branco; 30 gr de framboesas

Preparação: Pré-aquecer o forno a 200 ºC. Misturar a farinha, o fermento e o açúcar. Noutro recipiente, misturar as natas, o azeite e o ovo. Acrescente a beterraba ralada e as framboesas cortadas em dois. Incorporar suavemente a primeira mistura sem muito trabalho.
Encha com esta mistura dois terços de cada forma. Eu uso tabuleiros de muffins, mas coloco em cada buraco do tabuleiro uma forma de papel. Meter no forno durante 16 a 18 minutos (a crosta deve ficar com uma cor forte) ou use um palito que deverá ficar seco depois de espetado na massa. retire e deixe arrefecer.
Derreter o chocolate branco em banho-maria ou no micro ondas (duas vezes trinta segundos, mexendo bem a meio). Decore os cupcakes com o chocolate e por fim com as framboesas. Deixar arrefecer e endurecer.

Receita e fotografia retiradas do livro "Cupcakes, Recettes Gourmandes", Ed. ESI 2010

Cupcakes - O que são?


Um cupcake é um bolo pequeno para uma pessoa, muitas vezes cozido numa forma pequena de papel, ou num copo de alumínio ou silicone.


A primeira menção a um cupcake vem de 1796, numa notação de uma receita de "um bolo para ser cozido em copos pequenos" e foi escrita em "American Cookery" por Amélia Simms. A primeira documentação do termo cupcake foi em "Seventy-five Receipts for Pastry, Cakes, and Sweetmeats" de 1828 no livro de receitas de Eliza Leslie.



No início do século 19, houve dois usos diferentes para o termo cupcake. Nos séculos anteriores, antes das formas de muffins estarem amplamente divulgadas, os bolos eram assados, muitas vezes em copos individuais de barro, ou ramequins, e portanto, o nome foi retirado dos copos em que eram cozidos. Este é o nome que tem persistido, e o nome de cupcake é agora dado a qualquer bolo pequeno, aproximadamente do tamanho de uma chávena de chá. O outro uso dado ao termo cupcake, era para definir os bolos em que os ingredientes eram contabilizados através do número de "cups" (chávenas). Só depois, é que a medida de um "cup", foi estandardizada.

Traduzido de http://en.wikipedia.org/wiki/Cupcake
Fotos de www.decoracaoblog.com.br, http://www.babble.com e http://www.flickr.com/photos/s4xton/2204532760/

26 dezembro 2010

"The Coolest Food Trends of 2010" by SERIOUS EATS

The Coolest Food Trends of 2010 por Serious Eats

"The Serious Eats gang rounded up the most memorable food themes of 2010. Let's take a look at some of the year's highlights HERE

Pie Is the New Cupcake; 
New Food TV Shows; 
Korean Tacos; 
Coffee Toys and Cuppings; 
Salt Swooning; 
GIY: Grow it Yourself; 
Designer Ice Cubes"

23 dezembro 2010

"Spaghetti" com molho de Tomate e rodelas de Boletos

A pedido de uma seguidora, aqui vai a primeira receita de spaghetti com cogumelos para o filho ;)

Ingredientes: 600 gr de Boletos cortados em rodelas; 300 gr de esparguete; 1 cebola; 1 dente de alho; 4 colheres de sopa de azeite; 4 tomates; 1/2 colher de chá de tomilho seco; 1 pitada de alecrim; 80 gr de queijo parmesão ralado; Sal e pimenta.

Preparação: Limpar  e lavar os cogumelos e cortar às rodelas muito finas. Cozer o esparguete em água com sal, escorrer e manter quente. 
Picar a cebola e o dente de alho, e salteá-los no azeite. acrescentar os cogumelos e fritar tudo um pouco. 
Escaldar os tomates, retirar a pele e cortar em dados. Acrescentar aos cogumelos. Juntar o tomilho, o alecrim, rectificar temperos e deixar cozinhar 10 minutos.
Virar o molho sobre o esparguete e polvilhar com o queijo ralado.

"Cocinar con Setas, Recetas y consejos", Llorenç Petràs, Ed. Península

Cogumelos Boletos - O que são?

Os Boletos são os cogumelos típicos, com chapéu e pé crescendo directamente no solo das florestas e matagais, podem apresentar a sua superfície fértil (himénio) sob a forma de pregas, espinhas, lâminas ou poros. Neste último caso, o cogumelo é habitualmente identificado com um “boleto” mas essa designação está longe de ser sempre correcta. Na verdade, se a grande maioria dessas espécies pertence realmente à família das Boletáceas, outras são incluídas em famílias bem diferentes. Trata-se assim de uma solução evolutiva convergente para o mesmo problema fundamental: como proteger, multiplicar e disseminar os esporos de uma forma o mais eficaz possível.
Os verdadeiros boletos são cogumelos geralmente robustos, com o chapéu quase sempre  ultrapassando os 20 cms de diâmetro. Ao ser cortada a carne, branca ou amarelada, pode  mudar de cor adquirindo um tom azulado mais ou menos intenso, o mesmo então sucedendo  com os tubos. Entre as espécies que nunca azulejam, o destaque vai para o boleto-bronzeado  (Boletus aereus) e o tortulho (Boletus edulis), dois dos cogumelos gastronomicamente mais  apreciados e que surgem em sobreirais, azinhais ou estevais. Excelente comestível é também  o boleto-real (Boletus regius), de bonito chapéu vermelho-rosado e cuja carne por vezes azuleja levemente.
 
Outro cogumelo bastante apreciado é o boleto-baço (Boletus impolitus), comum em montados  e estevais, facilmente identificado pelo cheiro forte a iodo do pé, o qual não deve ser  consumido. 
No grupo dos boletos que azulejam claramente, incluem-se várias espécies algo tóxicas como  o boleto-diabólico (Boletus satanas) que prefere solos calcários de carrascais e se caracteriza pelo contraste entre o tom branco-acinzentado do chapéu e a cor vermelho-sangue dos poros. Aconselha-se aliás a rejeitar como alimento qualquer boleto cuja carne azuleje ao corte e  possua poros avermelhados. Na verdade, existem outros cogumelos com tais características igualmente suspeitos de toxicidade, como é o caso do boleto-de-pé-vermelho (Boletus erythropus), que aparece em solos ácidos de pinhais e sobreirais, ou o boleto-pálido (Boletus luridus), também associado a sobreiros. Estas duas espécies são, no entanto, consideradas como bons comestíveis após fervura prolongada. Ainda assim, a ingestão de boleto-pálido quando acompanhada de álcool, pode causar sérios problemas.
 
info em http://www.almargem.org/images/articles/116/Boletos.pdf
fotos em www.maraoonline.com e www.trasosmontes.com

22 dezembro 2010

"Quenelles" de Espinafres "au lait"

(perdi a fotografia portanto fica esta retirada do site www.petiscos.com)

Para 8 pessoas; Preparação: 30 minutos; Cozedura: 10 minutos

Ingredientes: 500 gr de espinafres frescos; 50 gr de manteiga; 1 ovo inteiro; 300 gr de leite; 50 gr de miolo de pão; 1/2 cebola; sal e pimenta.

Preparação: Mergulhar o miolo de pão no leite frio durante 15 minutos, pressionado depois para retirar um qualquer excesso de leite e reserve.
Lave os espinafres e escalde-os em água quente durante 15 minutos. Escorrer e reservar também.
Picar a meia cebola e aquecer numa frigideira grande sem queimar nem chegar a escurecer. Acrescente os espinafres e deixe reduzir alguns minutos.
Bata a manteiga até ficar quase uma mousse. Bata também o ovo inteiro. Fora do lume, acrescente a manteiga, o ovo e o pão à preparação de espinafres. Tempere com sal e pimenta. misture bem este preparado.
Aqueça uma panela grande com água com sal. Quando começar a ferver, estabilize a cozedura de modo a ficar apenas a borbulhar levemente.
Agora é preciso fazer um teste para ver se a massa para as quenelles tem a consistência ideal. Construa uma quenelle, e se ela se começar a desfazer, a desagregar-se necessita acrescentar um pouco de farinha. É importante que tenha a consistência perfeita, com uma ligação segura, mas suave. Quando encontrar esse ponto, é só começar a montar com a ajuda de 2 colheres e depositar as quenelles na água a fervilhar. Deixe cerca de 10 minutos e retire-as com a ajuda de uma escumadeira. Deixe escorrer o excesso de água.
Sirva com Vinhos Tintos ligeiros (como um Beaujolais) e a acompanhar um assado e / ou com bastante molho e legumes.

20 dezembro 2010

"Quenelle" - O que é?

Tradicionalmente, este termo refere-se a um bolinho de massa feita com ingredientes como carne moída, frango, peixe ou legumes, que foi temperado e ligado com uma pasta feita com o uso de pão ralado, ovos, gema de ovo, a farinha, gordura, arroz ou creme.

 
Em tempos passados, as quenelles eram frequentemente utilizadas como um enfeite na haute cuisine, mas hoje, são geralmente servidas como um prato completamente independente. 

Quenelle também se pode referir a um item de comida feita em uma forma oval ou de ovos, como sorvete, sorbet ou quenelles de batata amassada. Esta prática deriva da forma original do quenelle de ovo e carne.

Lyon e Nantua são famosos pelas suas quenelles de brochet (mousseline), que costumam ser servidas com molho de natas e cozinhadas no grill.

Acredita-se que os Romanos são que introduziu este tipo de alimento na Europa Ocidental.
O quenelle palavra é derivada do Knödel alemão (ou bolinho de macarrão).

Há muitas maneiras de preparar quenelles de brochet, mas a maioria das primeiras receitas preparar um panade, ou seja um molho branco, e em seguida, combinar a panade com peixe (por exemplo), e colocar a mistura numa peneira, obtendo um recheio pastoso. Podem ser servidas grelhadas e com uma infindável variedade de molhos.

in http://pt.wikipedia.org/wiki/Quenelle
Foto: http://www.bonneterre.fr/marque-bonneterre/produits/produits-frais/gammeproduit.aspx?id=6522

15 dezembro 2010

Morangos com Manjericão em "Limoncello"

Nada como matar as saudades de beber Limoncello no Lift, com um pequeno doce. Mas num copo para fazer melhor recordar aquelas noites divinais. O Limoncello, sozinho ou acompanhado, mas sempre gelado e num copo! 

Para 6 a 8 copos; Preparação mas cozedura: 20 minutos; Refrigeração: 15 minutos

Ingredientes: 400 gr de morangos; 1 ramo de manjericão; 50 gr de açúcar em pó; 15 cl de limoncello (esta quantidade é meramente indicativa LOL); 20 cl de água.

Preparação: Lavar os morangos, retirar o caule se tiver e cortar em pedaços (adaptados ao tamanho dos copos).
Pôr o açúcar e a água numa panela pequena e aquecer até obter um xarope muito ligeiro. Fora do lume acrescentar o limoncello e deixar arrefecer.
Retirar as folhas de manjericão, lavar, escorrer, e picar muito fino, misturar com os pedaços de morango, e dividir pelos copos para depois banhar o preparado com o xarope de limoncello.
Servir muito fresco (mas mesmo muito!!!) com uma folha de manjericão a decorar.

Receita do livro "Sabrosas Tentaciones en Vasitos", José Márechal, Ed. Marabout

"Limoncello" - O que é?

Conheci o licor Limoncello com o meu irmão Henrique, num restaurante em Esposende, que ele frequentava, propriedade de um napolitano "com temperamento". Fiquei a adorar e voltei a experimentar com uma amiga num café em Vila Nova de Famalicão, que seria o sítio mais improvável de beber de novo Limoncello
Para os que desconhecem esta beveragem de limão, fica a explicação:


Limoncello é um licor de limão produzido originalmente no sul da Itália, especialmente na região do golfo de Nápoles, na costa Amalfitana e nas ilhas de Ischia e Capri, havendo também produção na Sicília e na Sardenha. É feito à base de limão, álcool, água e açúcar; deve ser mantido no congelador e, consequentemente, bebido bem gelado.
Esta bebida é apreciada pela cantora canadense Avril Lavigne, que escreveu, na música "I Can do Better" de seu terceiro álbum de estúdio, "The Best Damn Thing", "I will drink as much Limoncello as I can and I'll do it again and again and...", o que significa "Eu vou beber o quanto de Limoncello eu quiser de novo e de novo e...".

Receita:

1 litro de álcool puro
1 litro água
15 limões
500g de açúcar

Deixar a casca dos limões junto com o álcool em um recipiente fechado por 1 semana, agitando-o 1 vez por dia Juntar logo em seguida o resto dos componentes à mistura, aonde fica por mais 1 dia. Após esse período, a solução é coada e está pronto. Nos Estados Unidos é comum se beber como a vodka, em "shots" e gelada. Segundo a tradição siciliana, o limoncello é degustado como um licor.

in http://pt.wikipedia.org/wiki/Limoncello
foto: http://viajanteincontrolavel.blogspot.com/2010/10/limoncello-costa-amalfitana.html

07 dezembro 2010

Cupcake Psicadélico

Para 10 cupcakes

Preparação: 20 minutos; Cozedura: 15 minutos
Ingredientes: 210 gr de farinha; 1 colher de café de fermento químico; 200 gr de manteiga; 4 ovos; 150 gr de açúcar; 1/2 colher de café de extracto liquido de baunilha, liquido; colorantes alimentares. Para o creme: 75 gr de manteiga; 2 colheres de sopa de leite; 150 gr de açúcar glacé; açúcar colorido.

Preparação:
Pré-aquecer o forno a 180º C. Misturar a farinha e o fermento. aquecer a manteiga e misturar com o açúcar. Acrescentar os ovos batendo, e depois acrescentar a farinha. Incorporar o extracto de baunilha.
dividir a massa em 4 partes. colorar cada parte com uma cor diferente, misturando bem para ficar com uma cor homogénea. encher as formas de papel alternando as cores.
Levar ao forno 12 a 15 minutos. Quando estiverem cozidos, retirar e deixar arrefecer.
Entretanto, bater o resto da manteiga quente com o leite. Acrescentar o açúcar glacé batendo sempre até obter a consistência desejada. Com a ajuda de uma faca barrar cada cupcake e decorar com o açúcar colorido.

Receita e fotografia retiradas do livro "Cupcakes, Recettes Gourmandes", Ed. ESI 2010

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails