18 agosto 2010

Porco Assado Polinésio com molho de Tabasco

O Kalua pig é um porco assado inteiro na terra, por horas, num braseiro e embrulhado em folhas de bananeiras, típico dos Luaus, que começam ao anoitecer, logo quando o sol começa a se pôr e incluem distribuição de colares de flores (lei), comida típica, música e dança, além da cerimónia do Imu, que consiste em preparar o porco para ser assado.

Para 6 pessoas.

Ingredientes: molho Tabasco (2 colheres de chá chegam); 120 ml de sumo de ananás; 1 colher de chá de sal; 1 colher de chá de mostarda; 1,5 Kg de lombo de porco; 2 colheres de chá de sumo de limão; 6 rodelas de ananás.

Preparação: Espalhar sal e uma colher de chá de Tabasco pelo lombo de porco. Cortar já em fatias para servir. Espalhar bem o sal e o Tabasco e inserir em cada corte as rodelas de ananás. Assar com o forno MUITO quente mas lentamente durante 1 hora e meia até 2 horas. Raspar o excesso de gordura se necessário. Adicionar ao sumo que ficou do assado o sumo de ananás, a mostarda, o sumo de limão e o molho Tabasco. Aquecer e servir como molho à parte.

Molho Tabasco: O que é?

O molho tabasco é um molho utilizado como condimento. De sabor picante, prepara-se com malaguetas vermelhas (Capsicum frutescens) da variedade tabasco, vinagre, água e sal, macerados em barris de carvalho. O molho é produzido na Luisiana (EUA).

É vendido em mais de 160 países e territórios, sendo embalado em 22 línguas e dialectos. São produzidas cerca de 720.000 pequenas garrafas de 57 ml por dia, na fábrica de tabasco na ilha Avery Island, na Louisiana. Existem garrafas de diversos tamanhos, desde as mais comuns de 57 ml e 148 ml, até às de 3,7 litros (que correspondem a um galão norte-americano), usadas na restauração, e às miniaturas de 3,7 ml.

Além do molho tabasco clássico, existem outras variedades:

- o molho picante jalapenho, menos picante, feito à base de malaguetas jalapenho (Capsicum annuum);
- o molho picante habanero, mais picante, feito à base de malaguetas habanero (Capsicum chinense).

História

O molho tabasco foi inventado em 1868 por Edmund McIlhenny, um antigo banqueiro nascido no estado de Maryland, nos EUA, que se mudara para o estado da Louisiana por volta de 1840. Após a sua morte em 1890, foi sucedido pelo seu filho mais velho, John Avery McIlhenny, que expandiu e modernizou o negócio. Alguns anos mais tarde, este demitiu-se para se juntar a um regimento voluntário de cavalaria de Theodore Roosevelt.

Em consequência desta demissão, o seu irmão Edward Avery McIlhenny, um naturalista auto-didacta vindo de uma viagem pelo Árctico, viria a assumir o controlo da companhia, dirigindo-a desde 1898 até à sua morte em 1949. Tal como o seu irmão, empenhou-se na expansão e na modernização, assim como o viria a fazer o seu familiar e herói de guerra Walter S. McIlhenny, que viria a dirigir a companhia até à sua morte em 1985.

Actualmente, a companhia McIlhenny é ainda uma empresa privada, liderada por um membro da família McIlhenny.

Encontrei este artigo que saíu no Expresso (15.08.2003) sobre o molho Tabasco e a sua fabricação, da autoria do Nuno Crato:
 
A tecnologia do tabasco

A  companhia  norte-americana  que  produz  e  comercializa  tabasco  promoveu recentemente  algumas  escavações  arqueológicas.  O  que  procurava  não  eram  ruínas romanas,  embora  tenha  encontrado  no  local  restos  de  povoações  pré-colombianas. O que  procurava  eram  os  barracões  onde  pela  primeira  vez  se  começou  a  produzir  o condimento picante mais conhecido do mundo inteiro. O tabasco, precisamente.
As  pequenas  garrafas  de  condimento  avermelhado  aparecem  nas  mesas  de restaurantes de todo o mundo. E mesmo onde se produzem condimentos mais saborosos há  sempre quem prefira  usar  as  conhecidas  garrafas do molho  avermelhado. De onde vem o segredo do tabasco?
A  resposta  é  simples.  E  é  a  mesma  que  leva  os  arqueólogos  a  escavar  os barracões  do  século  XIX  onde  se  começou  a  produzir  tabasco.  O  segredo  desse condimento vem da sua longevidade. Uma história mais que centenária e, sobretudo, de uma uniformidade espantosa. Igualmente mais que centenária.
Tudo  começou  em  meados  do  século  XIX,  quando  um  banqueiro  de  Nova Orleães, Edmund McIlhenny  (1815-1890), ganhou gosto pelos picantes e desenvolveu uma  pequena  plantação  doméstica  de  pimentinhas,  os  pequenos  frutos  que  entre  nós recebem o nome de piri-piri ou de gindungo e a que os botânicos chamam Capsicum frutescens.
Quando  rebentou  a  guerra  civil  norte-americana  (1861-1865), McIlhenny  e  a família refugiaram-se numa ilha do Estado de Luisiana. Um local de clima insuportável onde,  esperavam,  estariam  ao  abrigo  dos  horrores  da  guerra. A  ilha  chama-se Avery. McIlhenny  lançou  aí  as  sementes  que  tinha  trazido  e  começou  a  fazer  experiências. Ficou  satisfeito  com  um  condimento  feito  de  pimentinhas,  de  sal  e  de  vinagre. Experimentou processos de melhorar o  sabor do  composto,  envelhecendo-o  em barris de carvalho. Quando ficou contente com o resultado, começou a engarrafar o produto e a  vendê-lo.  Estava-se  em  1868.  Em  poucos  anos, McIlhenny  conseguiu  tornar  o  seu produto  conhecido  em  Nova  Iorque  e  noutros  Estados  industriais  do  Nordeste americano. Quarenta anos antes de se começarem a vender as primeiras latas de atum, já Edmund McIlhenny tinha inventado um produto alimentar industrial. Talvez o primeiro do mundo.
A ideia de McIlhenny foi revolucionária. Até à data não se conheciam alimentos industriais.  Criá-los  parecia  uma  aventura.  Alguém  iria  digerir  um  produto  pronto,
fabricado a centenas de quilómetros de distância por mãos desconhecidas?
McIlhenny  apostou na  ideia contrária. As pessoas  iriam adquirir o  seu produto porque  iria  produzi-lo  em  grandes  quantidades,  garantindo  uma  qualidade  uniforme. Quem comprasse uma garrafa de tabasco saberia o que estava a adquirir.
É  esse  outro  segredo  do  tabasco:  a  garantia  de  uniformidade.  Quando  nos sentamos à mesa de um restaurante ou procuramos nas prateleiras de um supermercado, as garrafas estão sempre lá e sabemos o que contêm. Ao lado, aparecem marcas menos conhecidas ou produtos caseiros. No restaurante, o empregado anuncia-os sempre com o mesmo  tom:  «Cuidado  que  é  muito  forte!» Mas  o  que  quer  isso  dizer?  Ele  di-lo sempre, trate-se de gindungo explosivo ou de óleo avermelhado sem sabor. Pouca gente tem  paciência  para  experiências  e  ninguém  quer  correr  o  risco  de  estragar  o  jantar. Muitos preferem usar um produto  conhecido, mesmo que o picante da  casa possa  ser melhor, como  tantas vezes acontece. E não está o  tabasco mesmo ao  lado? Essa  foi a grande aposta de McIlhenny. Há 135 anos. Uma aposta na tecnologia e na uniformidade. 

Nuno Crato

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17 agosto 2010

Biscoito de Soja com Pêras Confitadas

Para 6 a 8 porções

Ingredientes: (Para o biscoito): 3 ovos; 50 gr de azeite de soja ou outro qualquer; 1 iogurte de soja; 60 gr de açúcar integral; 60 gr de farinha de soja; 60 gr de farinha integral de trigo, fina; 1 colher de café de bicarbonato.
(Para as Pêras Confitadas): 1 Kg de pêras; 2 colheres de sopa de água; 1 colher de sopa de açúcar integral ou adoçante; 2 gotas de sumo de limão.

Preparação: Pré-aquecer o forno a 180ºC. Engordurar uma forma (11x21) e polvilhar com farinha. Retirar o excesso.
Numa tigela batemos as gemas dos ovos com o azeite e o iogurte. Acrescentar o açúcar. Peneirar a farinha e o bicarbonato e incorporamos mexendo muito bem. Por último, montamos as claras batidas em castelo e acrescentamos misturando levemente.
Vai ao forno durante 30 / 35 minutos. Verificamos se está cozido com a ajuda de um palito ;)
Enquanto o biscoito está no forno vamos preparando as pêras. Descascamos, cortamos em quartos e retiramos a parte central com as sementes. Colocamos numa panela com o resto dos ingredientes e cozemos em fogo lento com o recipiente tapado até que as pêras estejam macias mas não se desfaçam. Retirar e deixar arrefecer.
retiramos o biscoito da forma, deixa-se arrefecer e corta-se. Serve-se com as pêras cozidas e a calda. Pode-se polvilhar com um pouco de canela moída.

16 agosto 2010

Raviolis de "Boudin" Negro e Chucrute

Especialidade da região de Souabe, no sul da Alemanha. A sua origem poderá estar nos pirojki russos.
Para 4 pessoas; Preparação: 1 hora; Cozedura: 40 minutos.

Ingredientes: 300 gr de farinha; 3 ovos; 1 colher de café de sal; 1 colher de sopa de azeite; 1 clara de ovo; 1 litro de caldo de carne; 80 gr de manteiga; 1 colher de sopa de cebolinho picado; 200 gr de boudin. (para o recheio): 200 gr de espinafres; 80 gr de pão velho; 10 cl de leite morno; 80 gr de presunto fumado; 40 gr de manteiga; 60 gr de cebolas em cubos; 60 gr de cebolinho picado; 200 gr de carne de porco picada; 2 ovos; sal e pimenta branca; 1 colher de sopa de manjerona seca; 1 colher de sopa de salsa picada muito fina.

Preparação: Pôr a farinha na bancada de trabalho, esculpir um buraco, e virar os ovos, sal e o azeite e misturar até ficar uma pasta bem homogénea. Fazer uma bola, cobrir com um pano húmido e deixar repousar 15 minutos.
O recheio: lavar os espinafres, salteá-los levemente, deixar arrefecer, esmagá-los para extrair a água e cortar finamente. Cortar o pão em cubos e deitá-los no leite morno até absorverem-no. Cortar o presunto também em dados. Derreter 40 gr da manteiga numa frigideira e alourar as cebolas e o cebolinho.
esticar a massa numa superfície lisa e farinhada. Com uma régua e um cortador de piza (por exemplo) cortar rectângulos de 6 por 12 centímetros. Depositar em cada um destes rectângulos uma colherada de sopa do recheio. Pincelar com um pouco de clara de ovo as bordas do rectângulo e rebater uma metade sobre a outra. Pressionar para que fique bem vedado. Mergulhar estes raviolis no caldo de carne que entretanto se pôs a aquecer até ferver, mas que agora reduzimos o lume. deixar cozer os raviolis entre 10 a 15 minutos.
Retirar a pele do Boudin e cortar em rodelas de 8 milímetros. Aquecer 30 gr de manteiga e saltear as rodelas dos dois lados.
Para o enfeite, derreter manteiga e saltear as cebolas picadas.. Pousar os raviolis em pratos aquecidos, regar com o caldo, e polvilhar com a cebola picada. Acrescentar chucrute, o boudin e o cebolinho picado.

Consommé de Frango com Massa, Salsichas e Hortelã

Esta canja com Hortelã é normalmente servida como prato principal, acompanhada de pão e um copo de vinho verde, que casa perfeitamente com o sabor e aroma do limão e da menta. Podemos trocar a massa fresca por tagliatelle.
Para 4 pessoas; Preparação: 1 hora; Cozedura: 1 hora e 40 minutos

Ingredientes: (Para a massa) 150 gr de farinha de trigo do tipo 45; 2 ovos; 2 colheres de sopa de azeite; 1 pitada de sal; água (opcional). (Para o consomé): meio frango pronto a cozinhar (aproximadamente 1 kilo); raspas de meio limão; salsa; 2 litros de água fria; sal e pimenta preta; 60 gr de cebolas; 80 gr de cenouras cortadas em palitos; 80 gr de alho-francês cortado em aneis; 300 gr de salsichas (de preferência enchidos tradicionais, daquelas que são fermento para o colesterol, ou substituir por chouriço cortado em fatias pequenas); folhas de menta ou hortelã frescas.

Preparação: Para a massa usar a receita de tagliatelle por exemplo. Serve perfeitamente. Depois de preparada, envolver em filme transparente e deixar 1 hora ao fresco. cortar na máquina em láminas e depois em tiras de aproximadamente 1,5 cm de largura.
Lavar o frango, interior e exterior. Pôr a cozer com a raspa de limão e a salsa. Cobrir com água, temperar e deixar ferver, sem tapar. Cortar as cebolas em duas metades, sem descascá-las. Aquecer numa frigideira a face cortada, a seco, e acrescentar ao frango.. Deixar a cozer em fogo médio 1 hora e 30 minutos. Retirar e reservar. Coar o caldo para outra panela e aquecer.
retirar a carne do frango e cortar em pedaços. deitar a cenoura e o alho-francês no caldo e deixar cozer 5 minutos. Acrescentar as salsichas e cozer mais 5 minutos. Finalmente, acrescentar a carne.
Cozer à parte as massas al dente em água com sal. Escorrer e acrescentar à sopa. Temperar com as folhas de menta (ou hortelã) picadas.

13 agosto 2010

Frango com Pimentão em Crosta de Sal

Para 6 a 8 pessoas como entrada e/ou "amuse-bouche"; Preparação: 10 minutos; Cozedura: 10 minutos.

Ingredientes: 500 gr de peito de frango; 3 colheres de sopa de sal grosso; 2 colheres de café de grãos de pimenta desfeitos; 2 colheres de café de pimentão (paprica) em pó; 2 colheres de café de açúcar em pó; 85 gr de farinha de milho; 2 claras de ovo batidas ligeiramente; óleo (ou azeite) para fritar; Algumas folhas de coentros para decorar e servir.

Preparação: desfazer o frango em pedaços do tamanho de uma trinca. Ou seja, pedaços que se consigam comer de uma vez só. Esmagar o sal num almofariz e deitar numa saladeira. Misturar o pimentão, a pimenta, o açúcar e a farinha e misturar bem. Mergulhar os pedaços de frango nas claras de ovo e envolvê-las bem, passando depois na mistura do sal, sacudindo no fim para retirar o excesso. Fritar o frango 3 a 5 minutos no óleo (ou azeite) bem quente, até ficar crocante e frito por todo o lado, tenro e dourado. Deixar secar em cima de papel absorvente.
Servir quente acompanhado das folhas de coentro e com um molho qualquer.

11 agosto 2010

Pão com Manjericão e Queijo Pecorino e Salada de Tomate (via alcibocommestibile)

Uma refeição para um rei...

Pasta Salad (via Foodnetwork)

Salada de Massa via Foodnetwork Magazine

Alcachofras à moda da Córsega

O Brocciu é um queijo Francês da ilha da Córsega, feito com leite de ovelha ou de cabra. Os Corsos chamam-lhe o queijo nacional. No final do séc. XIX o escritor Émile Bergerat escrevia: "Quem nunca o provou não conhece a ilha". É usado na Córsega em pratos variados como omeletes, pulenda, canelloni, etc.
Para 6 pessoas; Preparação: 20 minutos; Cozedura: 30 minutos

Ingredientes: 6 alcachofras médias; 600 gr de Brocciu; 2 ovos; noz moscada; migalhas de pão; 25 cl de coulis de tomates; azeite; sal e pimenta.

Preparação: Aquecer o forno a 240º C. Cortar a parte de cima das alcachofras e mergulhar em água a ferver com sal durante 15 minutos. Retirar, passar por água fria e deixar escorrer. Retirar a carne das alcachofras, pressioná-la com um pano para retirar o excesso de água e misturar com o queijo Brocciu e os ovos. Temperar  e acrescentar a noz moscada a gosto. Rechear as alcachofras com este recheio e tapar de novo com a parte de cima das alcachofras. Decorar com o coulis de tomate o fundo dos pratos, pousar a alcachofra, regar com um pouco de azeite e introduzir no forno durante 30 minutos.

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