Experiências e devaneios culinários... A consumir com muito cuidado, por sua conta e risco.
20 maio 2010
Mousse de Presunto com Azeitonas
Hoje lembrei-me algo com mais detalhe e composição:
(para 6 pessoas, preparação 20 minutos, refrigeração 24 horas)
Ingredientes: 400 gr de presunto; 10 azeitonas verdes sem caroço; 1,5 dl de molho Béchamel; 1/2 pacote de geleia em pó; 200 gr de "crème fraiche"; salsa; sal; pimenta branca.
Preparação: Desengordurar o presunto e desfazer na batedeira. Picar as azeitonas. Incorporar o presunto e as azeitonas picadas no molho Béchamel. Preparar a geleia com 1/4 de litro de água fria. Deixar arrefecer sem que endureça. Juntar metade do Béchamel com o presunto e deitar o resto numa travessa e deixar no frigorífico. Incorporar o preparado do presunto com a "crème fraiche" batendo. Temperar bem. Despejar numa travessa de vidro e nivelar. Deixar "prender" no frigorífico durante 24 horas. Desenformar na travessa depois de desfazer a geleia que o cobriu.
"Penne" Integral com Marmelada de Tomate e Cebola
Sem lacticínios nem trigo pá Madame Margarida ;)
Ingredientes: 60 ml de azeite; 4 cebolas vermelhas, cortadas; 1 colher de sopa de açúcar mascavado; 2 colheres de sopa de vinagre balsâmico; 2 latas de tomate 400 g; 500 g de "Penne" integral (sem gluten e sem trigo), 150 gramas de óleo; pequenas azeitonas pretas sem caroço.
Preparação: Aquecer o óleo numa frigideira, adicionar a cebola e o açúcar e fritar uns 25 a 30 minutos em fogo médio ou até a cebola ficar caramelizado. Incorporar o vinagre e deixar ferver 5 minutos. Acrescentar os tomates e quando ferver reduzir o fogo para médio-baixo cerca de 25 minutos. Cozinhar o "penne" numa panela de água com sal até "al dente". Escorrer e misturar com a compota de tomate e azeitonas. Tempere a gosto e sirva.
Pequenos "Soufflés" de Batata e "Gruyère"
Para quem acha que não se podem fazer belas coisas com batatas:
(nota: Esta entrada pode ser preparada com antecedência. Basta, rapidamente, passar no forno antes de servir)
Ingredientes: 250 g de batatas; 170 g de "gruyère" ralado; 2 ovos (separar a gema das claras); 50 g de farinha com fermento; 50 g de folhas de espinafres; manteiga; sal e pimenta preta; folhas de salada como acompanhamento.
Preparação: Pré-aqueça o forno a 200º C. Coza as batatas 20 minutos em água fervente com sal até ficarem bem macias. Escorra e amasse com 2 gemas de ovo. Incorpore metade do "gruyère" e toda a farinha. Tempere com sal e pimenta a gosto. Corte os espinafres finamente e junte ao preparado do "gruyère". Bata as claras em castelo, e vá adicionando ao preparado anterior LENTAMENTE (primeiro para ficar menos compacto e depois é que se mistura tudo). Passe a manteiga em 4 grandes ramequins e deixe 10 minutos no forno. Retirar e deixar arrefecer. Retirar os "soufflés" virando os ramequins e espalhe o resto do queijo rapado. Mais 5 minutos no forno e sirva com as folhas de salada.
Camarão? Caril? Qué isto??
E já agora que estamos numa de Camarões e de Caril, algumas informações adicionais:
Os peixes e os frutos do mar são importantíssimas fontes de Zinco, mineral antioxidante que aumenta a mobilidade dos espermatozóides e garante a produção da testosterona. Além, é claro, de reforçar o Sistema Imunológico. Os alimentos oriundos do mar (e o sal de cozinha) são fontes de iodo, mineral que em excesso pode aumentar a manifestação da acne. O caril (ou curry) é uma especiaria de origem indiana que tem acção anti-séptica, além de proteger os neurónios contra a acção dos radicais livres. Ou seja, mais que aconselhável :D
O caril ou curry é uma mistura de especiarias muito utilizada na culinária de países como Índia, Tailândia e alguns outros países asiáticos. É também um preparado típico da culinária indo-portuguesa de Goa, Damão e Diu, outrora pertencentes ao Estado Português da Índia.
Este condimento é feito à base de pó amarelo de açafrão-da-índia, cardamomo, coentro, gengibre, cominho, casca de noz-moscada, cravinho, pimenta e canela. Para além destes ingredientes básicos, outros são incluídos, de acordo com as preferências: alforva, pimenta-de-caiena, cominhos finos, noz-moscada, pimenta-da-jamaica, pimentão e alecrim, entre outros. Existem caris que chegam a levar setenta plantas
diferentes. Inicialmente o caril servia para temperar exclusivamente o arroz, mas actualmente é usado para a confecção de inúmeras receitas, como o frango de caril, etc.
A introdução da palavra caril na língua portuguesa remonta a 1563, data do primeiro registo escrito, tendo tido como origem a língua tâmil. Apesar da sua antiguidade, a forma caril é pouco empregada no Brasil, onde são mais populares as formas inglesa curry ou japonesa carê, respectivamente para as culinárias indiana ou japonesa. A forma inglesa curry foi adaptada da forma portuguesa caril em 1598, de acordo com registos escritos.
O caril ou curry é uma mistura de especiarias muito utilizada na culinária de países como Índia, Tailândia e alguns outros países asiáticos. É também um preparado típico da culinária indo-portuguesa de Goa, Damão e Diu, outrora pertencentes ao Estado Português da Índia.
Este condimento é feito à base de pó amarelo de açafrão-da-índia, cardamomo, coentro, gengibre, cominho, casca de noz-moscada, cravinho, pimenta e canela. Para além destes ingredientes básicos, outros são incluídos, de acordo com as preferências: alforva, pimenta-de-caiena, cominhos finos, noz-moscada, pimenta-da-jamaica, pimentão e alecrim, entre outros. Existem caris que chegam a levar setenta plantas
diferentes. Inicialmente o caril servia para temperar exclusivamente o arroz, mas actualmente é usado para a confecção de inúmeras receitas, como o frango de caril, etc.
A introdução da palavra caril na língua portuguesa remonta a 1563, data do primeiro registo escrito, tendo tido como origem a língua tâmil. Apesar da sua antiguidade, a forma caril é pouco empregada no Brasil, onde são mais populares as formas inglesa curry ou japonesa carê, respectivamente para as culinárias indiana ou japonesa. A forma inglesa curry foi adaptada da forma portuguesa caril em 1598, de acordo com registos escritos.
Caril de Camarão
E o que pode ser melhor para acompanhar o Pão NAN de ontem? Simples :D
Ingredientes: 1 cebola picada; 2 tomates picados sem pele e sem sementes; 1 kg de camarão; 2 maçãs sem casca e picadas; ½ copo de vinho branco seco; 1 colher de sopa de caril; ½ chávena de chá de água; sal e pimenta; 3 colheres de sopa de salsa picada; 2 colheres de sobremesa de azeite extra virgem.
Preparação: Colocar uma panela no fogo e refogar a cebola num pouco de água, depois juntar os tomates. Acrescentar os camarões, deixando refogar. Acrescentar as maçãs, o vinho, e o caril dissolvido em água; sal e a pimenta. Tapar a panela e deixar ferver em fogo brando, até que as maçãs cozinhem. Regar com o azeite, polvilhar com a salsa e servir.
Pão Nan Indiano
(ou vulgarmente chamado de pão tandoori por acompanhar pratos tandoori)
Ingredientes (para aprox. 40): 450 g de farinha forte; 450 g de farinha com fermento; 12 g de fermento; 50 ml de água morna; 100 ml de iogurte simples; 350 ml de água morna; óleo; sementes de sésamo.
Preparação: Peneire 450 g de farinha forte e farinha com fermento; Dissolver 12 g de fermento em 50 ml de água morna e deixe fermentar, em seguida, adicionar a farinha com 100 ml de iogurte simples e 350 ml de água morna até formar uma massa suave e flexível; repousar no frigorífico por 12 horas, retirar e provar, em seguida, bater para trás e dividir em quatro pedaços; Molde em 10 pedaços em forma de lágrima, 6 mm de espessura. Picar todos os lados, pincelar com o óleo (ou azeite) e cozinhar no grill durante 1,5 a 2 minutos, depois virar, polvilhar com o sésamo e cozinhar o outro lado, ou assar no forno.
Acompanhar com curry's variados ;)
Shiitakes
Já que falei nos Shiitakes na receita da SOPA CHINESA, para quem não sabe, ficam aqui algumas informações, do cogumelo, que para mim, é o mais saboroso e rico de todos!
O shiitake (Lentinula edodes) é um cogumelo comestível nativo do este da Ásia.
A espécie é hoje em dia a segunda mais consumida no mundo, incorporado desde há muito nos hábitos alimentares dos povos asiáticos. Recentemente, foi introduzido para produção e consumo nos países ocidentais.
A palavra "shiitake" tem origem no japonês shii (uma árvore parecida com carvalho) e take (cogumelo). A primeira referência histórica do consumo de shiitake data de 199 AC. Na natureza, o shiitake pode ser encontrado em florestas, onde se desenvolve em árvores mortas. É um fungo aeróbico, decompositor de madeira, que degrada celulose e lignina para obter energia.
O shiitake é nutritivo, rico em proteínas, contendo em relação à matéria seca 17,5% de proteínas, com nove aminoácidos essenciais. Tem também importância medicinal, possuindo substâncias com propriedades medicinais para o tratamento e controle de pressão arterial, redução do nível de colesterol, fortalecimento do sistema imunológico, e inibição do desenvolvimento de tumores, vírus e bactérias.
O shiitake é produzido em compostos orgânicos à base de serragem, farinha de arroz e/ou trigo e/ou soja, previamente hidratada e corrigida do ponto de vista do pH. O produto repousa durante 145 dias em local fechado e climatizado a cerca de 14°C até o aparecimento dos frutos e sua colheita.
O shiitake pode ser conservado por 10 a 15 dias no frigorífico (4°C).
Pode ser preparado em sopas, molhos, saladas e até empanado. Pode ser preparado de modo parecido a da carne.
A espécie é hoje em dia a segunda mais consumida no mundo, incorporado desde há muito nos hábitos alimentares dos povos asiáticos. Recentemente, foi introduzido para produção e consumo nos países ocidentais.
A palavra "shiitake" tem origem no japonês shii (uma árvore parecida com carvalho) e take (cogumelo). A primeira referência histórica do consumo de shiitake data de 199 AC. Na natureza, o shiitake pode ser encontrado em florestas, onde se desenvolve em árvores mortas. É um fungo aeróbico, decompositor de madeira, que degrada celulose e lignina para obter energia.
O shiitake é nutritivo, rico em proteínas, contendo em relação à matéria seca 17,5% de proteínas, com nove aminoácidos essenciais. Tem também importância medicinal, possuindo substâncias com propriedades medicinais para o tratamento e controle de pressão arterial, redução do nível de colesterol, fortalecimento do sistema imunológico, e inibição do desenvolvimento de tumores, vírus e bactérias.
O shiitake é produzido em compostos orgânicos à base de serragem, farinha de arroz e/ou trigo e/ou soja, previamente hidratada e corrigida do ponto de vista do pH. O produto repousa durante 145 dias em local fechado e climatizado a cerca de 14°C até o aparecimento dos frutos e sua colheita.
O shiitake pode ser conservado por 10 a 15 dias no frigorífico (4°C).
Pode ser preparado em sopas, molhos, saladas e até empanado. Pode ser preparado de modo parecido a da carne.
Sopa Chinesa
(para 4 pessoas)
Ingredientes: 200 gr de Shiitake; 1 cacho de rabanetes (400 gr.); 150 gr. de feijão verde; 2 coxas de frango fumado (ou meio frango cozido); 3 cl de sopa de molho de soja; 2 cl de sopa de vinho de arroz (ou xerez ou caldo)
Ingredientes: 200 gr de Shiitake; 1 cacho de rabanetes (400 gr.); 150 gr. de feijão verde; 2 coxas de frango fumado (ou meio frango cozido); 3 cl de sopa de molho de soja; 2 cl de sopa de vinho de arroz (ou xerez ou caldo)
Preparação: Limpar os cogumelos, tirar o caule, lavar e escorrer. Cortar os rabanetes em finas fatias e o feijão verde em palitos. Retirar a pele do frango. Guardar alguns dos legumes para a decoração do prato. Juntar tudo ao caldo e ferver. Retirar o frango e deixar arrefecer 3 minutos. Dividir a sopa por várias tigelas e decorar com os legumes e o frango desfeito em pedaços.
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